18 de Março de 2009

Um número record de igrejas a comemorar o dia 27 de Janeiro como Dia de Memória do Holocausto Presidente do Parlamento Europeu falará em Bruxelas sobre eventos relacionados com a comemoração


Um número record de igrejas locais na Europa comemorará o Dia Internacional de Memoriado Holocausto, no domingo 27 de Janeiro de 2008. Este Dia de Memória, iniciado pelo Parlamento Europeu em 2000 e apoiado por uma declaração das Nações Unidas em 2005, foi apresentado às comunidades e igrejas na Europa há um ano atrás, pela Coligação Europeia para Israel. A Coligação reúne organizações e igrejas que procuram promover um melhor relacionamento entre a Europa e Israel, comemorando o Holocausto e informando novas formas de anti-semitismo.


No ano passado, no evento principal em Bruxelas, Figel o Comissário Europeu da Cultura e Juventude, expressou a necessidade das novas gerações na Europa aprenderem sobre o Holocausto. Este ano, o Presidente do Parlamento Europeu, Hans-Gert Pottering, está agendado para falar num evento em Bruxelas, onde estarão presentes parlamentares, diplomatas e líderes de igrejas. Além deste evento de grande perfil, os organizadores esperam inspirar 1000 igrejas locais a comemorar o dia do Holocausto no seu culto de Domingo, no dia 27 de Janeiro. Jeff Fountain, director de Juventude Com Uma Missão explica: "O Holocausto foi uma fase definida na história moderna da Europa e a sua comemoração permanece como uma lembrança crucial do que pode acontecer na Europa, se nos desviarmos dos nossos fundamentos judaico-cristãos".


Um dos objectivos principais da campanha é aprender quais as consequências que advêm quando os cristãos falham em falar contra o I mal do nosso tempo. Um dos assuntos principais levantado na campanha é a necessidade dos cristãos reagirem hoje de maneira diferente, quando a nação judaica é ameaçada de aniquilamento. Os organizadores da campanha esperam ensinar e inspirar os cristãos na Europa a falar contra qualquer forma de mal ou genocídio. "As atrocidades dos nazis começaram com os judeus, mas não pararam aí. O mesmo padrão pode ser visto hoje nas forças que, mais uma vez, desejam eliminar o povo judeu", diz Tomas Sandell.


A campanha é não-política e inclui igrejas e grupos de cidadãos de uma enorme variedade. Muitas das igrejas que tomaram parte activa na campanha do ano passado, eram de emigrantes de origem árabe. Para mais informação sobre a campanha veja o website www.Iearnfroitihistory.eu...

publicado por blogorama às 01:43

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